Muito se tem falado de esporte. Existe um legítimo movimento para se incluir a atividade física coordenada por profissionais de educação física nos programas de saúde. Digo legítima, pois, quando se reconhece a necessidade combate ao sedentarismo e se estampa em slogans de que “esporte é saúde”, se reconhece o óbvio. Por outro lado, a saúde como direito universal assegurado na Constituição de 1988, nesse caso, precisa de mecanismos que possibilitem o efetivo acesso. Não são todos os brasileiros capazes financeiramente de custear uma academia e garantir os benefícios para a saúde – preventivamente - através do combate ao sedentarismo e doenças laborais. Já existe uma frente parlamentar a nível federal, contudo, para que se viabilize a aprovação e a implantação se torna necessário que assembléias legislativas estaduais e municipais também se mobilizem e produzam discussões junto a comunidade. Vejo a oportunidade também de profissionais de educação física expandirem o mercado de trabalho e valorizar a profissão. É preciso que todos se inteirem dos benefícios e do significado social da aprovação da inclusão, principalmente, as academias que poderão celebrar convênios com o sistema de saúde para prestação de serviços. Vamos discutir esse tema.
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