quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

AS CONTRADIÇÕES

AS CONTRADIÇÕES


Em todo lugar: obras. Era de se esperar contentamento. Alegria. Afinal, ocorrem intervenções que se destinam a melhorar a qualidade e a vida da maioria dos brasileiros. Percebo, no entanto, um azedume de alguns. Casualmente são aqueles que foram, representam ou desejam representar as elites brasileiras. A chegada, o acesso aos bens e serviços até então, quase exclusivos, passaram a ser alcançáveis a maioria dos brasileiros. Isso apavora. As obras que são tratadas como problemas geram empregos e renda, ou seja, aquecem a economia, basta verificar o nível de investimentos circundam a região onde estão sendo implementadas as intervenções. O azedume é tanto que tempo atrás acusavam a impossibilidade da realização, depois passaram a procurar problemas jurídicos, técnicos e operacionais, até esse ponto, considero louvável. O que acho estranho, senão contraditório é o fato de se torcer por fatalidades. Uma delas aventada sobre a não realização da Copa no Brasil. Causou prejuízos econômicos principalmente a cadeia do turismo (espero que hotéis, bares, restaurantes, transportes se lembrem dos autores e daqueles que os patrocinaram), além da imagem do país. Prosseguindo, temiam o fracasso da Copa mas, ao que se vê, o que vai acontecer é faltarem ingressos, tamanha é a vontade de participar dessa festa única. Muito apresentador de TV, por exemplo, dessas que são cabos eleitorais da direita, diziam dos valores que estavam sendo investidos na Copa em detrimento de outras obras também necessárias. Esqueceram intencionalmente de mostrar a relação custo-benefício tão alardeada pela direita, pois revelaria o enorme ganho que o país tem com a Copa. Esqueceram ainda, que as obras são financiadas pelo BNDS, portanto, não são doações mas, financiamentos e como tal, devem ser pagos. O caos tão decantado em alguns setores da atividade pública não ocorreu nos últimos dez anos, quando o PT governa o país, mas são decorrentes de vários governos anteriores que deixaram de fazer, minimizaram investimentos e sucatearam setores e que agora começam a sofrer a intervenção necessária. O ato irresponsável não parte nem dos governos Lula, nem do mandato da Presidenta Dilma, o que ocorre é que estes tiveram a coragem de intervir em setores que estavam escondidos, debaixo do tapete por onde desfilavam estes que agora tentam bicar tudo o que está sendo revelado e feito. A mesma Copa que segundo os azedos de plantão poderia ser o início da derrocada petista, agora é motivo de a todo momento levantarem que ela ocorre em ano eleitoral (esquecem que ocorre de 4 em 4 anos), que nem mãe Diná poderia prever tamanha aceitação dos brasileiros na Presidenta Dilma e que como Chefe de Estado deve fazer-se presente. O negócio agora dos azedos é torcer contra a equipe brasileira. Entendem os especialistas que o fracasso do selecionado brasileiro poderia ser “captado” pela oposição. Torcem contra a empregabilidade. Torcem contra a economia. Torcem contra as obras. Torcem contra os programas. Torcem contra quem entra na universidade. Haja tanto patriotismo!!!

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

O PT EM MATO GROSSO

O PT EM MATO GROSSO


Apesar da imprensa tentar por todos os meios criar celeuma, disputar internas, rachas e tantos outros adjetivos pelo fato do PT ser o único partido político com mais nomes viáveis ao governo do Estado, segue construindo junto aos demais partidos da base aliada o palanque para a  candidatura Dilma Presidenta. Com o tempo, terão de se acostumarem ao fato do PT ter em seus quadros um número cada vez mais crescente de novos filiados com formação e vocação política, isto porque, durante todo o tempo, se ministram em encontros a formação partidária e política, revigorada pela última participação na disputa pelo comando do Município de Cuiabá e consolidada pela atuação dos dois vereadores que compõem a bancada petista na Capital.  Nomes, possibilidades, mobilização, encontros, disputas são algo natural e que o Partido dos Trabalhadores conserva inserido internamente, tanto que poucos meses atrás houve o PED, onde os próprios filiados escolheram seus dirigentes. Não se espantem, portanto, com a incredulidade que norteia aqueles que colocam o PT como um partido comum. Não o é. É um partido plural, que possui desde a sua gênese essa característica e por isso, a riqueza da contribuição de seus filiados.  Novamente o PT apresentará nomes para deputado estadual e federal com a consistência programática e capacidade de legislar propositivamente. Nesse processo eleitoral que se aproxima é interessante observar, para não lamentar depois, se o deputado que você pretende votar te representa e em quê, qual a ligação que possui com seu bairro, cidade, região, área de atuação, idéias que defende e capacidade propositiva. Sem isso, estará fadado a ser mais um a lamuriar-se durante quatro anos dizendo que político é isso, é aquilo, sem querer assumir a sua responsabilidade pelo voto que colocou no poder estes que agora combate. É tempo do eleitor ser responsabilizado pelo voto, afinal ele decide não apenas a sua vida, mas de todos nós. Volto a dizer, o PT está construindo o palanque para a campanha da Presidenta Dilma com tranqüilidade, ouvindo e fazendo-se ouvir pelos demais partidos de sustentação do governo e saberá apresentar nomes de companheiros e companheiras que cada um possa dizer durante quatro anos: esse me representa. Os nomes ao governo, a vice, senado federal passam por amplo entendimento e aquele que aglutinar a base e com o programa de governo a ser construído, por certo, terá também, o apoio de todos e de todas. Até lá, vamos ler muito e acreditar pouco em tudo o que se escreve por ai.